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quarta-feira, 20 de junho de 2012

COMENTÁRIO A COMENTÁRIO


 
Dr. Ricardo

Na costumeira passagem pelo seu Blog deparei-me com mais um comentário sobre o Saúde é Consciência, o que se denota gentileza de quem o fez, também diz muito sobre a boa receptividade entre leitores, ainda que íntimos (irmã no caso). De minha parte, isto é bastante lisonjeiro, pois, fiz prazerosamente parte dele, sem quaisquer restrições, uma vez que tudo deixei a cargo do caro amigo e da editora.
No que diz respeito a mim, em princípio a leitora tem toda razão, de início postei-me mais aquiescente com os textos. Só com o passar do tempo e a intimidade com eles e a confiança que me despertava o autor, é que pude melhor expor ideias de cujo teor me era mais íntimo e pessoal.
Isso, entretanto, não fez de mim ou de meus escritos uma brecha para destilar qualquer atitude com relação ao real e sua inacessibilidade, que pusesse a nu um sentimento cético no arcabouço e exposição de minhas ideias.
Pelo contrário, sempre procurei ter uma visão histórica e crítica dos fatos e problemas que nos cercam, buscando, em última instância valorizar e compreender o ser humano e suas potencialidades, em sua intimidade com o real, para mais profundamente entender seus gestos e ações, díspares e muitas vezes inconsequentes.
O que tenho de um olhar cético, é quanto à politica e aos políticos, mormente o descaso com que manifestam tratar a solução de problemas urgentes e inadiáveis da pobreza e indigência de milhares e milhares de sobreviventes pelo país afora.
Mas preponderante e enfático, mesmo em mim e meus atos, manifesta-se indubitavelmente na minha indignação contra o politicamente correto, contra todo o tipo de preconceito e atitudes dúbias e, de modo especial, contra o cerceamento à liberdade de expressão.
No mais, nada há a objetar, pois meus escritos uma vez publicados pertencem unicamente ao leitor que, tal como a rainha de “Alice no Pais das Maravilhas” os adotará ou lesionará de acordo com suas convicções e ideais.
Com as minhas desculpas pelo desabafo talvez intempestivo, meu abraço sempre fraterno de amizade.
 Mário Inglesi 20.06.2012

SOBRE O LIVRO SAÚDE É CONSCIÊNCIA - REFLEXÃO

POR: MARIA INEZ DE ALMEIDA LEME GUIMARÃES

      Ri, acabei seu livro!

É como se eu tivesse encontrado já escrito muito daquilo que penso e, portanto concordo.
            Achei tudo muito pertinente. Tive também a sensação (mais no final), de certo pessimismo na visão do Mário, uma visão meio conformada, como se as coisas fossem do jeito que são, e não valesse a intenção de querer que sejam diferentes.
Não sei se eu teria colocado algumas das observações dele (se fosse meu livro), mas admiro a sua coragem, pois algumas vezes ele vai contra seu pensamento e você não teve receio de outras pessoas se identificarem mais com ele (no sentido de: tá vendo, essa é a verdade... o autor está exagerando).
Então no começo tive a impressão do Mário estar totalmente do seu lado (às vezes até parecendo que as palavras dele vinham apenas reforçar as suas). Mas no final a visão foi ficando mais divergente, acho que talvez até pelo maior tempo de "convívio" e consequentemente uma abertura maior para discordar (também com o coração!).
É isso...
Apenas para finalizar algumas reflexões:
Algo que penso:
Em casa somos o que fomos. Fora dela, fomos o que somos.
Frase que gosto:
"Não podemos conduzir alguém a ir além do ponto no qual nos encontramos".
           
Trecho de um poema que fala um pouco do que acho de você (quem sabe de mim também, já que essa coisa de projeção é mecanismo tão comum):

“Eu celebro a mim mesmo
E aquilo que assume você deve assumir
Pois cada átomo que pertence a mim pertence a você (…)
Me contradigo?
Pois bem, então…. Me contradigo;
Sou vasto…. Contenho multidões.
Me concentro nos que estão perto…. espero à porta.
Quem terminou o batente e vai jantar mais cedo?
Quem quer passear comigo?
Você vai falar antes que eu vá embora? Ou se virar quando já for tarde demais?
O falcão pintado dá rasante sobre mim e me acusa…. reclama da minha conversa fiada e da minha preguiça.
Também não sou facilmente adestrável, também não sou facilmente traduzível,
Solto meu grito bárbaro sobre os telhados do mundo (…)
Não me cruzando de primeira não desista,
Não me vendo em um lugar procure em outro,
Em algum lugar eu paro e espero você.”
(Canção de mim mesmo – Walt Whitman)

Na sociedade materialista em que vivemos, leva-se muito em conta o acúmulo de informações intelectuais, onde se enaltece aquele que "sabe" muito, e É muito pouco.
Quem sabe, entende.
Quem É, ensina.
Quem sabe, aprendeu.
Quem É, viveu.
Quem sabe, pensa.
Quem É, sente.
Quem sabe, transmite sabedoria.
Quem É, transborda essência.
Quem sabe, acredita saber.
Quem É, crê no ser.

Conforme bem lembra Gurdjieff: "Dois homens, entretanto, podem diferir em seu ser mais que um mineral e um animal. É exatamente o que as pessoas não compreendem. Não compreendem que o saber depende do ser. E não só não compreendem como não querem compreender. Na civilização ocidental, muito particularmente, admite-se que o homem pode possuir um vasto saber, pode ser, por exemplo, um sábio eminente, autor de grandes descobertas, um homem que faz progredir a ciência e, ao mesmo tempo, pode ser e tem o direito de ser um pobre egoísta, discutidor, mesquinho, invejoso, vaidoso, ingênuo e distraído. Parece que aqui se considera que um professor tem sempre que esquecer seu guarda-chuva. E, no entanto, este é o seu ser. Mas, no Ocidente, pensa-se que o saber de um homem não depende do seu ser. As pessoas dão o maior valor ao saber, mas não sabem dar ao ser valor igual e não tem vergonha do nível inferior de seu ser. Não compreendem sequer o que isto quer dizer. Poucos compreendem que o grau do saber de um homem é função do grau de seu ser."
Parabéns irmão mais velho, e que Deus e seus astros nos ajudem a Ser o nosso melhor.
Um beijo da Irmã Maria Inez 19/06/2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

CASA DO TODOS

 COMUNIDADE DE CONVIVÊNCIA E AUTO CONHECIMENTO

CASA DO TODOS
Casa do Todos é uma rede de serviços em ação dirigida à comunidade. Esses serviços são cuidados terapêuticos oferecidos às pessoas que os solicitam em toda e qualquer situação de vida. Somos profissionais das áreas de saúde e educação e cuidamos do desenvolvimento integral do Ser Humano.
 

O Princípio - O Amor é sua Própria Recompensa

O Propósito do trabalho é servir e multiplicar, no espaço na humanidade, a atitude participativa. O Todos é cada pessoa que pertence e constitui o comunitário. Cuidar deste lugar de pertencimento de cada um é ter um olhar especial em nosso dia a dia.
Em grupo, criamos um espaço de Graça facilitador da manifestação de cada pessoa na comunidade.

Caminho
Nosso caminho de trabalho se baseia em receber o pedido de quem nos procura e acompanhar seu fluxo criativo de cura.
As pessoas que nos procuram são de todas as idades e situação de vida, independente da característica de desenvolvimento pessoal.
O trabalho está fundamentado em reconhecer as possibilidades da pessoa em fazer visível a autoria de sua vida.
Assim, não existem limites para realizar o fazer no pedido de cada um e a Casa, com essa atitude, expande seus quintais oferecendo muitas e diferentes atividades.
O foco de nossa atenção e intenção é observar, acompanhar a vida presente no movimento individual e coletivo humano.

Fazeres
É muito bom acompanhar nascimentos de talentos que saboreiam aprendizados de estar e Ser.

Atualmente as oficinas que acontecem no dia a dia da Casa do Todos são:
a)      Autoconhecimento - A essência do Serviço como meditação e auto-educação;
b)      Convivência - conversas, lanches, caminhadas, passeios, constelações, discussões, almoços;
c)      Comunicação - arte, pintura, escultura, histórias, brincadeiras;
d)      Movimento - dança a Serviço do Ser, movimento autêntico, dança circular, yoga, aikidô, relaxamento;
e)      Música - audições, canto, experiência com instrumentos;
f)       Trabalhos Manuais - tear, costura, bordado, tricô, crochê, marcenaria, jardinagem;
g)      Entendimento - compreensão, pesquisas, descobertas, apropriação de conhecimento;
h)      Culinária - gostosuras de comer e beber;
i)        Respiração - Consciente de um espaço de silêncio que escuta;
j)        Registros - textos, fotos, filmes, livros, revistas, jornais, mídias eletrônicas que documentem o Serviço como meditação;
k)      Oração - Canções, agradecimentos, vídeos e leituras sagradas, devoção a Deus em todas as suas manifestações.

Sustentabilidade

A Casa do Todos se faz possível dia a dia graças à contribuição de muitos amigos, que oferecem aquilo que têm de melhor.
Recebemos carinhos para a alma em forma de Talentos, oferecidos pelas pessoas e também em sustento para o plano material: Alimentos, serviços, medicamentos, produtos de higiene, roupas, sapatos, dinheiro, produtos de limpeza e tantas outras coisas, que nos nutrem.
A Casa do Todos se nutre de diferentes ofertas: carinhos.

A venda de pães e geléias sustentam um espaço de abundância e prosperidade

Encontro do Mes Junho: Vem !!


segunda-feira, 11 de junho de 2012

LADAINHA


Crucifixão - S. Dali

                             Cada dia 
                                                  tem um peso
                             cada peso
                                                  uma cruz
                             cada cruz
                                                  um ombro
                             cada ombro
                                                  o outro
                             cada outro
                                                  um deus
                             cada deus
                                                  um homem
                             cada homem
                                                  um dia
                             cada dia
                                                  um peso
                             cada peso
                                                  uma cruz
                             cada cruz
                                                  dois braços 
                             cada quatro
                                                  um abraço 
                             cada abraço 
                                                  toda graça.
                                
                                          Dulce Moron

sábado, 9 de junho de 2012

SOBRE CORPUS CHRISTI

SOBRE: http://saudeconsciencia.blogspot.com.br/2011/06/corpus-christi-do-latim-corpo-de-cristo.html


Dr. Ricardo

O texto sobre Corpus Christi, é  muito bem-vindo por seu caráter histórico e bastante elucidativo quanto ao desenvolvimento, significado e celebração, inclusive musical.
Desde a minha tenra infância  trago comigo as celebrações realizadas na  Igreja de Nossa Senhora do Carmo, em Santo André, bem como as procissões que se faziam ao seu redor, na oportunidade.
Com o advento das duas grandes guerras mundiais e o estourar das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, por ocasião da segunda guerra, o sentido de Deus e a presença de seu filho, foram minimizados, em razão da inoperância de chamados gritantes face aos horrores que então se abatiam sobre os humanos.
Assim, toda a  invocação em súplicas, rezas, ou murmúrios e gritos, para a intervenção nos terríveis acontecimentos, não tiveram  ressonância, nem mesmo junto aos representantes da Igreja no Vaticano, como o Papa Pio XII.
Com a reviravolta havida, não só no pensamento como nas atitudes de então, e, também pelos estudos filosóficos e leituras outras que proliferaram a partir disso, o humano foi priorizado em detrimento da sua religiosidade.
Juntou-se a isso, os estudos sobre os males e, por  que não dizer, os crimes da Inquisição e seus tribunais do Santo Ofício, no atendimento à pregação, propagação,  e inoculação dos ditames da Igreja, em desfavor, inclusive, da existência do filho de Deus, mas com prioridade privilegiada  às humanas criaturas.
Todo esse arcabouço, aliado ultimamente, às inovações feitas pela própria Igreja, como modificações nos ritos e celebrações, afastamento da presença da música  sacra, abandono da língua latina nos ofícios e outras inovações, em  atendimento à busca de novos fiéis, a data da celebração de Corpus Christi sofreu um esvaziamento de tal monta que ficou apenas restrita ao calendário com o aposto sempre ansiado de “feriado”.
Felizmente, com todos os equívocos que a religião cometeu e comete, talvez para firmar dogmas e atitudes inoportunas que a cercam e vicejam, minha memória guarda os tempos da infância e adolescência, quando, Corpus Christi era compungidamente alçado em sua celebração, por mim e meus familiares.


Grato pela auspiciosa oportunidade de lembrança tão longeva.

Abraços
Mário Inglesi
08.06.2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

CORPORIS CHRISTI – Do latim - Corpo de Cristo.


Crucifixão - S. Dali

SIGNIFICADO

Memória do mistério da Eucaristia celebrada pela primeira vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi é celebrado sempre numa quinta-feira, entre 21 de maio e 24 de junho, após o domingo de Pentecostes (vide abaixo). Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele sugeriu que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo do cálice que se transformariam em seu Corpo e Sangue (Lc 22:10-20).

"Pois vos digo que, de agora em diante, de nenhum modo beberei do produto da videira, até que venha o reino de Deus."
 (Lc 22: 18)



"Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue tem a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia.

Pois a Minha carne é verdadeira comida, e o Meu sangue é verdadeira bebida.

Quem come a Minha carne e bebe o Meu sangue permanece em Mim, e Eu nele"

(Jo 6: 54-56).

            Interessante, para quem busca um olhar aprofundado, notar no evangelho de João, a ausência de registros sobre a Instituição da Eucaristia, optando o autor pelo relato do Lava-pés. Aí, em vez de oferecer o pão partido e o cálice partilhado, Jesus se ajoelha aos pés de cada um, de toalha na cintura e bacias nas mãos e, em vez de dizer: “Fazei isto em memória de Mim”, diz: “Fazei isto do jeito que Eu fiz”. Sugiro ao leitor interessado em uma aproximação mais cuidadosa e trabalhada do tema que leia (antes que o link seja retirado):


ORIGEM

A origem da solenidade de Corpus Christi remonta ao século XIII, instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula "Transiturus de hoc mundo" de 11 de agosto de 1264. Urbano IV, então o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arquidiácono do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, sobre Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Na ocasião, Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Tomás (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno, compôs o belo hino Lauda Sion Salvatorem (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes (escute e veja a letra no link abaixo).



Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Aos 17 anos, em 1209, começou a ter “visões” que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura, interpretadas como a inexistência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia. Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arquidiácono de Liège, que 31 anos depois, por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.

A “Fête Dieu” começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arquidiácono para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica. A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.

A princípio o decreto de Urbano IV teve pouca repercussão porque o Papa morreu em seguida, mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270, depois na França e na Itália, onde é encontrada desde 1350. Corpus Christi tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas.

O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia. Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar “o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia” e “onde for possível, haja procissão pelas vias públicas”, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.

No Brasil, a festa passa a integrar o calendário religioso de Brasília em 1961, quando uma pequena procissão sai da Igreja de madeira de Santo Antônio e segue até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surge em Ouro Preto, cidade histórica no interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio corpo de Cristo. Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

Pentecostes

De Wiki Canção Nova

Cinqüenta dias depois da ressurreição, os discípulos reuniram-se com Maria, mãe de Jesus Cristo, numa sala em Jerusalém. Acredita-se que a reunião era para comemorar a festa judaica denominada Shavuot, ou Pentecostes em grego que significa "qüinquagésimo dia". Nessa festa, se comemora a colheita dos cereais e também o recebimento das tábuas da lei por Moisés, que se deu 50 dias depois que os judeus saíram do Egito. Shavuot é feriado pouco conhecido entre os judeus da diáspora (fora de Israel), sendo aqueles de Israel mais conscientes dele.

No primeiro pentecostes, depois da morte de Jesus, cinqüenta dias depois da páscoa, o Espírito Santo desceu sobre a comunidade cristã de Jerusalém na forma de línguas de fogo; todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas (At 2: 1-4).

Frente tudo isso, surpreende e faz pensar neste dia o artigo de Aldo Pereira para a folha de São Paulo (link abaixo) onde se compara o pão e vinho históricos com as preferências do brasileiro, segundo ele uma maioria, por caipirinha e petiscos!

Fonte: Informações disponíveis na internet

      Abaixo, o trabalho artístico de um amigo e médico Antroposófico - Dr. Moacir Amaral, que move pensar, sentir e querer, quando compartilha generosamente suas imagens para a Capela de Santa Bárbara, na Fazenda Olhos Dágua em Sete Lagoas MG.


Fazenda Olho D’água - De GGS - Capela de Santa Bárbara
Estâncias da Paixão de Cristo
60x60cm acrílica sobre tela selo de Santa Bárbara Mo 2012
I – Jesus é condenado a morte
II – Jesus é sobrecarregado com a cruz
III – Jesus cai pela primeira vez
IV – Jesus encontra sua santíssima mãe
V – Simão Cirineu ajuda Jesus a carregar a cruz
VI – Verônica enxuga o rosto de Jesus




































































































VII – Jesus cai pela segunda vez
VIII – Jesus consola as mulheres de Jerusalém
IX – Jesus cai pela terceira vez
X – Jesus é despojado de suas vestes
XI – Jesus é pregado na cruz
XII – Jesus morre na cruz
XIII – Jesus é descido da cruz
XIV – Jesus é sepultado
XV – Cristo ressurrecto
XVI – Santa Bárbara Mártir Sec. III
Torturada e morta por reconhecer o Cristo

Moacir, obrigado pela partilha de sua obra neste espaço!