A Medicina da Saúde é baseada na preservação e na promoção. É sempre superior à Medicina da Doença focada na cura e na prevenção. Somos seres humanos e não "teres humanos”. A doença começa quando se deixa o SER pelo TER; saúde e vitalidade aumentam na direção do SER. A busca pelo SER leva à ampliação da consciência, guia do homem saudável e espelho para o doente. Refletindo o exemplo a ser imitado mostra como sair da horizontalidade do adormecimento e entrar na verticalidade do despertar.
O
medo é séria ameaça ao desenvolvimento espiritual e arqui-inimigo do progresso
evolutivo, pois congela a atuação e limita a liberdade. A coragem é uma
fundamental a ser cultivada. Mesmo no engano e no erro aprendemos; aprendemos
como não fazer e como melhorar. Erros são a matéria prima para a mudança, são as
experiências que no ensinam a fazer o certo.
Nosso
trabalho no mundo não deve ser negligenciado em hipótese alguma. Estamos aqui
para realizar certas tarefas e aprender por meio delas. Depois de atender a
esses deveres, vejamos se ainda nos sobra algum tempo para aplicar ao
autodesenvolvimento. É tão importante usar acertadamente esse tempo, como
cumprir os deveres terrenos para com a família e obrigações sociais.
Já
refletiu por que Cristo sugeriu que deveríamos curar os enfermos? Uma das
razões é que aliviado de um sofrimento a fé aumenta e melhora as condições para
sanar a alma. Quando alcançarmos a elevada estatura de Cristo e pudermos ver
simultaneamente passado e futuro, compreenderemos as causas das crises e doenças
e não precisaremos de ajuda para diagnosticar e medicar. Até que esse dia seja,
devemos usar as muletas que temos, e uma delas é a astrologia.
Viva sua vida fazendo a sua parte,
cuidando daqueles que lhe são queridos, assumindo a responsabilidade integral
pelos seus acertos e erros. Procure fazer sempre o melhor mesmo que não
enxergue benefícios imediatos. O mundo exterior melhora quando trabalhamos
nosso mundo interior. É a grande contribuição que fazemos a nós mesmos e ao
universo...
O suicídio físico é uma
opção desesperada e pode ser consciente ou inconsciente. No primeiro caso um
ato abrupto de desespero, no segundo decorrência de atitude ignorante que se
perpetua no tempo (hábito alimentar precário, uso de drogas lícitas e ilícitas,
sedentarismo, pouca leitura, hábito musical pobre). Estatísticas atuais apontam
que a cada 40 segundos uma pessoa morre por suicídio no mundo. No Brasil os
dados mais recentes apontam uma média de 32 suicídios por dia.
Mas, o suicídio mais
surpreendente é o espiritual. Quando o materialista se descuida de seus
veículos (corpos) suprafísicos, demonstra coragem surpreendente. Veículos que a
tradição designa como corpo vital, corpo de desejos e mente. Sim, não é preciso
ver para saber. A pessoa sensível pressente que a vida é o “mistério” que anima
a matéria, mas que não pode ser encontrada quando se disseca a matéria em sua
intimidade. Quem deseja deveria refletir de onde vem as tendências desejosas e quem
pensa deveria fazer investigação semelhante em relação ao pensamento. Desejo e
pensamento, qualidades materiais de outra natureza que não a física.
A visão, o sentido
predileto da atualidade, nos impede ver além das aparências. Mas veja você
mesmo então. Nascer arredondado, ver o corpo esticar e crescer, a seguir ficar
enrugado, pontudo e desvitalizado é percebido na superfície, mas que tipo de
forças determinam esse efeito sobre a matéria animada?
O suicídio espiritual não
é tão falado quanto o suicídio físico. Finge-se não ver, mas quem teria olhos
para isso não é mesmo?
A pessoa que vive em
espírito torna a vida material leve, torna-se
permeável à graça. A pessoa que vive para a matéria é cega à luz do
espírito e sua vida se torna opaca, escura, densa, azeda, cheia de reclamações
e emperrada. É aquela pessoa que não entende o porquê de certas situações (padrões)
se repetirem em sua vida. A graça, assim como a graxa, serve para lubrificar. A
primeira lubrifica as engrenagens da vida, a outra as engrenagens da matéria.
Em outras palavras, uma vida sem graça é uma vida sem graxa, assim como uma
vida sem graça é também sinônimo de desgraçada.
Para que a graça permeie o
corpo humano, o mesmo precisa estar poroso em todas as suas instâncias. Assim
como a obstrução dos poros da pele leva à morte rapidamente, a obstrução dos
poros dos corpos suprafísicos (corpo vital, corpo de desejos e mente) leva à
morte lenta. Essa morte lenta se apresenta aos olhos do observador como as
pessoas que apenas existem, à semelhança das pedras. Viver é atributo do reino
humano; fundamental para isso é a consciência dimensional adequada do que seja
SER HUMANO. A vida material, horizontal, cotidiana da família, do trabalho, da
política, da filosofia niilista, da diversão é apenas palco, sombra e
efemeridade. Sem a graça, a vida material culmina em cadeia, hospital, falta e
inconformidade. Mas cadeia, hospital, falta e inconformidade, lembremos, são
escolhas pessoais. Toda escolha, entretanto, é permitida a Fausto, em Goethe, ao se perder
para se encontrar.
Se afastar da graça (ser
desgraçado) por opção ou por ignorância é suicídio espiritual. O espiritual diz
respeito a tudo o que está além dos cinco sentidos. O interesse também é um
sentido que podemos vivenciar e experimentar. Mais interesse e menos
indiferença é alternativa válida na profilaxia do suicídio espiritual.
Fico imaginando como o preconceito, o rótulo, a
"opinião formada" nos impede de ver com olhos de enxergar o outro,
nos impede de viver o novo, que se revela a todo o momento. Tudo bem que temos
nossa personalidade, nosso caráter, que nos molda e nos define, mas também é
muito importante que observemos o movimento da vida, as mudanças das pessoas.
Podemos sim mudar! Acreditar que podemos ser melhores, acreditar num mundo de
mais compreensão, compaixão. O ditado que diz que pau que nasce torto morre
torto deve ser revisto.
Tudo o que existe, o que é, e também tudo o que se crê existir
define um ente. Em outras palavras, somos entes na medida em que nos
emancipamos, nos individualizamos da massa amorfa, nos tornamos saudáveis,
enfim nos pertencemos.
Se por algum motivo nos afastamos desse estado fluídico do
ente, do ser, da saúde, alteramos nosso estado de pertencimento a um novo
estado que podemos denominar como ser possuído por. Quando me
torno possuído por, deixo de ser ente e passo a pertencer a alguma
entidade. Ou seja, me torno do ente; do ente que me possui. Nesse caso estou
doente, vivencio a doença, enquanto refém desse estado.
Ao procurarmos em outros idiomas, pois idiomas têm uma vida
interior, vamos encontrar semelhantes constatações em relação à doença. No
inglês uma possível tradução da palavra vontade é "will". O
processo de adoecer implica em perder o acesso ao livre exercício da vontade
(no inglês livre arbítrio = free will). Quando minha vontade não é suficiente
para que eu aja com liberdade eu me encontro doente (ill). Tornar-se
"ill" no inglês é tornar-se refém das circunstâncias e portanto do
ente ou da doença. Um "w" a menos e quanta diferença, não é mesmo?
(When I loose my will I get ill). Um "do" a mais e quanta diferença
faz!! (do-ente).
O convite atual proporcionado pelos meios de comunicação, pela
opinião pública e pelo senso comum, é um risco potencial à saúde. Radical? Não,
claro! Apenas lembremos que vivências dessa natureza deslocam a pessoa de si em
direção aos valores oferecidos a partir de convenções externas ao ser. É comum
que alguém seja constrangido em sua forma de ser, por uma forma de ser assumida
por um grande número de pessoas ou, ainda mais maquiavélico, por alguma
personalidade marcante com quem me identifico.
Nessa medida, a pessoa constrangida pode perder-se de si. Pode
momentaneamente deixar de pertencer-se e passar a responder a outros valores,
seja uma ideia, um sonho, uma ilusão ou mesmo algo que a desvia de seu
propósito ou princípio existencial. Esse tipo de perder-se equivale a tornar-se
doente, um estado de dependência de um modo operacional externo a seu ser.
Uma sociedade doente é toda aquela onde o individual é visto com
indiferença. Viver em uma sociedade doente significa esquecer de si e seus
propósitos existenciais, mergulhar na manada, na massa, na moda e na mídia.
Vejamos bem que somos livres para escolher esse caminho, mas a questão é
fazê-lo conscientes da existência de outra opção, e não como que forçados pela
ignorância de podermos optar! Posso ser materialista ou não, posso escolher.
Dar a César o que é de César. O que escolho determina o que sou e como
atuo no mundo.
As sociedades superorganizadas, plasmadas na competição,
pragmatismo e utilitarismo, enfrentam, a despeito de seu alto nível social e
cultural alguns efeitos colaterais desafiadores. Arriscando elencar alguns
encontramos: o suicídio em grande escala, o uso
indiscriminado de drogas alucinógenas legais ou ilegais, as doenças
cerebrovasculares (derrames cerebrais e enfartes), a dissolução da família
e a mercantilização do erotismo associada ao decorrente aumento nas estatísticas de abusos sexuais os mais diversos e perversos.
Para o materialista, o humano é o topo da cadeia evolutiva, não há
nenhuma forma de vida superior à forma humana. É uma escolha, portanto uma
escola e, portanto, uma parcialidade. Saúde é inteireza, doença é parcialidade.
Toda pessoa que adoece se transforma após o processo quando sobrevive. Que
possamos continuar a sobreviver até que possamos transcender o tempo e suas
intempéries. Transcender o tempo é entrar em paz. Estar em paz é estar inteiro
e, portanto, saudável. Para ser saudável é imprescindível a clareza conceitual
entre desejo, necessidade e vontade. Se tudo isso é a mesma
coisa para mim, sou sociopata, careço do discernimento fundamental
para o ser saudável.
Vivemos a idade mídia, momento delicado para os interessados em
aprofundamento, autoconhecimento e sentido. Essa escolha atual de
desfrontalização (deixar de usar os lobos frontais do cérebro - sede da razão e
do pensamento abstrato) não deve em absoluto ser vista de forma preconceituosa
ou pejorativa, mas de forma alguma deve passar despercebida ao humano em busca
da saúde. Isso pois, sentido existencial interior e saúde caminham de mãos
dadas.
Parte considerável dos alimentos disponíveis são inflamatórios e
parte considerável dos estímulos aos quais estamos submetidos são
desorganizadores mentais, não se excluem os noticiários! As doenças
crônicas como diabetes e hipertensão aliadas aos distúrbios do humor decorrem
em grande parte da forma insana como nos alimentamos na atualidade. Um processo
irreversível decorrente da péssima qualidade das escolhas que
fizemos em passado recente.
Por outro lado, sejamos otimistas, não sejamos preconceituosos,
experimentemos estabelecer uma relação viva com conceitos emancipadores. Não se
revolte, senão apenas volte a si e reconheça o porquê do ambiente à sua volta
ser como é. Reflexões simples, mas que nos esquivamos da responsabilidade
diariamente.
Diminuir o uso de antidepressivos, moduladores de humor, sedativos
do ser, talvez seja opção a ser considerada com certa urgência. Parar de
apontar fora e reconhecer dentro aquilo que cabe apenas a mim realizar.
Tornar-se pílula de saúde individual.
É possível ser saudável dentro dessa sociedade! Mas é preciso
atenção às fórmulas, respostas prontas e receitas, pois cada vida é única.
Não nos esqueçamos que o contrário de algo é a mesma coisa ao contrário e que
para que a integralidade seja alcançada, os opostos devem ser integrados em um
todo, ou seja compreendidos. Oposição é parcialidade, integração é saúde. Uma
sociedade partida é uma sociedade condenada, onde tudo o que muda visa
apenas fazer com que tudo permaneça como está!
O caminho para a vida saudável é o caminho das perguntas, das
possibilidades e raras vezes o das respostas e do tic-tac dos relógios. O poeta
cantou que temos nosso próprio tempo. Entrar em relação com este tempo interno
que é único para cada ser é primeiro passo solitário e certeiro para a
possibilidade da vida saudável.
Não é preciso ficar doente para habitar uma sociedade doente. A
pessoa com vida interior pode frequentar a sociedade e reconhecer seus
equívocos, pois pensa, tem membrana seletiva. A pessoa desfrontalizada responde
aos desafios sociais à semelhança dos animais na floresta. E tudo isso é muito
belo de se observar. Observar é um grande passo para o humano.
Observemos!
Um dia houve a separação fundamental
entre as ciências físicas e espirituais. A despeito disso, grupos preservaram segredos
esotéricos da medicina e da astrologia, sustentando o conhecimento interpretado
sob a luz da mística, sendo os segredos espirituais restaurados, ocultos do
vulgo e dados àqueles que anelavam pelas causas do espírito.
Hoje observamos educadores que
ignoram os valores espirituais; vemos a ciência material tornar-se uma instituição
orgulhosa, que ignora a alma, fascinada pela matéria não deixando lugar para a
mística. Como resultado, temos uma desilusão geral e um abatimento decorrentes
da insignificância das coisas materiais: fuga, desespero e tristeza. O atual interesse
renovado pela Astrologia como recurso de cura resgata o pensamento de Paracelso,
expoente do pensamento vivo que dizia:
“Assim
como existem estrelas nos céus (macrocosmo), também há estrelas dentro do ser
humano. Portanto, nada existe no universo que não tenha seu equivalente no
microcosmo (o corpo humano)” e “O espírito do ser humano deriva das
constelações (estrelas fixas - sóis); sua alma, dos planetas; e seu corpo, dos
elementos”.
O Macrocosmo é a difusão infinita do cosmos em
suas ilhas, galáxias, nebulosas, estrelas, planetas, corpos celestes onde
inumeráveis formas de vida estão sempre evoluindo. O Microcosmo são as células de nosso corpo, incontáveis como as
estrelas do céu. A chave mestra que permite acesso à correlação entre macro e
microcosmos e que favorece a compreensão dos mistérios é:
“Como é em cima, assim é embaixo”.
A Astrologia pode ser vivenciada como
uma “tela” que permite o vislumbre da inter-relação das forças entre o
Macrocosmo e o Microcosmo, entre o externo a nós e o nosso interior, além de
ser um instrumento da realização da Lei de Consequência ou Lei de Causa e
Efeito. Assim, dentro de perspectiva que admite a possibilidade do renascer,
alguns pensamentos descrevem observações pertinentes ao pensar astrológico:
·“Viver para comer ao invés de comer
para viver”, pode implicar futuramente na colheita de complicações no aparelho
digestivo.
·A excessiva irritação, intolerância, impaciência,
impetuosidade, podem implicar futuramente na colheita de desordens
circulatórias e seus efeitos colaterais em todo o sistema: apoplexias,
derrames, varizes, pressão sanguínea irregular, etc.
·A impulsividade e o rancor podem
implicar futuramente na colheita de úlceras, artrites, disfunções glandulares,
insuficiência cardíaca, pressão baixa, problemas linfáticos.
·A atividade excessiva em função do
mal, caracterizada por comportamentos maleficamente agressivos, violentos e
vingativos pode implicar futuramente na colheita de baixa energia dinâmica assim
como de ausência de resistência a doenças; membros defeituosos, acidentes com
perda de membros; articulações sujeitas a artrites; dores musculares,
reumatismo e enxaquecas.
·O abuso da função sexual e sua utilização
apenas para a gratificação dos sentidos pode implicar futuramente na colheita de
falta de vitalidade, vontade fraca ou até debilidade mental.
·A recusa em gerar ou aceitar o filho
gerado, criá-lo e educá-lo pode implicar futuramente na colheita de disfunções
nos órgãos geradores, predisposição ao câncer de próstata ou laringe, útero,
seios e estômago.
Felizmente, SÓ COLHEMOS AQUILO QUE
SEMEAMOS.
A grande maioria das doenças
origina-se no comportamento negativo face às circunstâncias que, quase sempre,
envolvem nosso semelhante. Trata-se do antigo e misterioso conselho dado por
Cristo no Sermão da Montanha: “se qualquer membro do teu corpo te escandalizar
(o mau uso) arranca-o e joga-o fora...” Justo o que fazemos
literalmente antes de renascer!
Enquanto os exames médicos mostram as
condições de nosso corpo no momento da coleta, o horóscopo mostra as
enfermidades latentes e ativas em toda nossa vida terrestre. Deste modo temos
tempo suficiente para: prevenir-nos, minimizar os efeitos e até não desenvolver
essa enfermidade, pois: “as estrelas impelem, mas não obrigam”!
Através da astrodiagnose e terapia é
possível conhecer os melhores métodos para efetuar a cura, assim como o melhor tratamento
para cada paciente, além de ser possível observar o caráter do enfermo (forte,
débil, negativo, emocional). A partir desse estudo, é possível saber o dia em
que as crises tendem a se manifestar e quando as influências adversas
diminuirão.
Estamos sujeitos a enfermidades físicas,
psíquicas, sociais, mentais e espirituais. De acordo com a ciência
oculta, construímos nosso Corpo Denso e o
controlamos. Havendo doença nele somos levados a concluir que não fizemos nosso
trabalho de forma ideal. Isso é expresso nas duas classes de enfermidades
apontadas em um horóscopo:
·Latentes
oSão indicadas pelas aflições
planetárias no horóscopo quando nascemos.
oPodem permanecer latentes durante
toda a nossa vida terrestre.
oDependem do nosso modo de vida: se
não respondemos às tendências indicadas pelas aflições planetárias, elas não se
manifestarão.
oPodemos atuar com nossa vontade até o
ponto de anular as indicações de nosso horóscopo.
·Ativas
oSão indicadas pelas aflições planetárias
no horóscopo quando nascemos, mas nós respondemos a essas aflições, através: de
pensamentos, sentimentos, palavras ou atos negativos, inferiores e destrutivos.
oAs posições planetárias progredidas indicam
os momentos de atuação.
oConsertando o nosso modo de vida:
aliviaremos, suspenderemos ou seremos curados da enfermidade.
Para aplicarmos ao estudo dessa
ciência e arte de obter conhecimento científico das enfermidades, suas causas,
segundo indicações dos planetas, e dos meios de curar é necessário:
·Dedicar-nos ao conhecimento da
fisiologia e anatomia de nosso Corpo Denso.
·Usar esse conhecimento
altruisticamente na ajuda aos sofredores.
·Esquecer o próprio horóscopo e
dedicar o conhecimento a ajudar os outros.
Comunicar é parte essencial do viver. Essa
ligação com o outro - por meio de uma vibração sonora, escrita ou mental - gera
um intercâmbio que transcende as palavras e nos sensibiliza para um “mantra”,
seja ele uma ideia, uma crença, um comportamento ou um sonho.
Cada um interioriza e irradia as informações que
reverberam em seu íntimo e, dependendo do conteúdo, atrai alegria ou tristeza,
saúde ou doença, união ou separação. Na visão de Michel Maffesoli (2003) a
comunicação entre as pessoas é o cimento social, o que promove o religare (religação).
Conhecido pela popularização do conceito de tribo urbana, o sociólogo francês
afirma que só existimos de fato e nos compreendemos na relação com o outro,
destacando a falta de sentido do individualismo.
O poder da palavra é evidenciado por Braden
(2007) no livro “O Efeito Isaías”, segundo o qual cada ser humano cria seu
código de conduta a partir das informações que recebe, fazendo escolhas a favor
ou contra a vida. Assim, as enfermidades, por exemplo, podem derivar de
escolhas e ações individuais e não apenas de causas exteriores. Percebe-se a
partir dessas observações que o uso consciente das palavras é uma forma de
resgatar a relação perdida consigo mesmo, com as outras pessoas e com o
Universo. É a “linguagem que move montanhas”, segundo Braden.
Em seu cotidiano, observe que ao chegar de mau
humor a um local, as outras pessoas não lhe parecerão bem também. Percepção que
muda completamente a partir de atitude mais disponível e sorriso no rosto. E é
isso mesmo: o corpo serve para compartilhar experiências individuais de raiva,
ciúme e ódio, mas também de amor, compaixão e perdão.
Ainda segundo Braden (2007), há cerca de 500
anos antes de Cristo, na cultura essênia, já se dizia que tudo o que se pensa,
fala ou faz constrói uma prece permanente, semelhante a um estado de constante
oração.
De fato, cada um, nessa prece ativa dos
“mantras” dominantes, projeta sua realidade e define a qualidade de seus
relacionamentos e saúde, além da presença, ou não, de abundância na vida.
Novamente, Jesus Cristo, segundo Mateus nos recorda isso ao dizer: “O que
contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o
que contamina o homem”.
De acordo com a filosofia hermética, a realidade
se compõe de vários "tecidos" que se interpenetram, qualificando um
plano físico (território de estudo das ciências básicas convencionais) e vários
planos suprafísicos (território de estudo das ciências ocultas tradicionais).
Resumidamente, a região química do mundo físico é envolto e permeado pela
região etérica, que por sua vez é envolvido e transpassado pela
"matéria" da região do mundo do desejo, que é cercada e imersa na
"matéria" da região do mundo do pensamento.
Nesse arcabouço, as afirmações manifestas,
mental ou verbalmente, intencional ou inconscientemente, ganham força,
especialmente quando aliadas a sentimentos ou emoções intensas, atraindo e
sintonizando outras vibrações similares presentes na região etérica do mundo
físico e nas regiões inferiores do mundo do desejo (Heindel, 1909).
Nas regiões inferiores desses mundos, se
encontram vibrações destrutivas de medo, pobreza, doença, fracasso e miséria,
assim como nas regiões superiores são encontradas vibrações construtivas de
prosperidade, saúde, sucesso e felicidade (Hill, 2009).
Ao seguirmos essa linha de raciocínio fica claro
que um pensamento “potencializado” pela emoção é semelhante a uma semente que,
plantada em terra produtiva, brota e se multiplica em milhares da “mesma”
espécie. Um “poder” de criação
incalculável ao considerarmos que a mente humana gera, em média, 60 mil
pensamentos por dia (Byrne, 2015), sendo 60% a 70% deles negativos (Lucas, 2013).
O poder da palavra associada a emoções genuínas
é genialmente ilustrado por Tolstói (2001) no conto “Os Três Eremitas”. Ele
conta a história de um sacerdote que, em visita a uma ilha distante, decide
ensinar como rezar a três eremitas que lá habitavam. Com suas crenças, ele se
indigna com a forma simples dos eremitas pedirem a proteção divina: “Vós
sois três. Nós somos três. Tenha piedade de nós”.
Em sua função pedagógica ele dedica um dia inteiro
a ensinar o “Pai Nosso”. À noite, já se afastando em seu navio, o sacerdote é
surpreendido por uma luz distante no horizonte. Ele percebe então os três
eremitas correndo sobre as águas do mar rumo ao barco, em reverência e pesar, a
lhe perguntar sobre uma parte esquecida do Pai Nosso. Diante de insólita
situação, o sacerdote se rende à simplicidade da prece proferida por eles, com
a pureza d’alma que os caracteriza (Tolstói, 2001).
De forma lúdica, o poder dos conteúdos
veiculados foi explorado em filmes como “A Origem” (Inception), ficção
científica onde ideias são inseridas na mente das pessoas por meio dos sonhos
que se confundem com a realidade, e “Poder Além da Vida” (Peaceful Warrior),
baseado em fatos reais onde um ginasta se recupera de grave lesão ao reverter
sua forma de pensar por meio de “mantras” recebidos de um conselheiro (ou
mestre interior).
Os dois filmes explicitam os efeitos danosos de
temáticas negativas, nos âmbitos psicológico e emocional, assim como a
possibilidade de alcançar o equilíbrio, saúde e sucesso a partir do uso
consciente das palavras. Conteúdo semelhante é mostrado de forma jocosa na
comédia “As Mil Palavras”, onde a vida do personagem central é condicionada ao
número de palavras emitidas e à coerência de seu discurso com suas ações.
Assim, salta aos olhos o fato da qualidade de
vida do ser humano guardar relação íntima com o pensar e o sentir. Amigo leitor
como estão seus pensamentos e sentimentos, rendidos ao medo consequente ao
viver de modo reprodutivo, ou imersos na coragem do viver produtivo?
Dizem que, no início dos tempos, um mantra ecoou do hálito divino: o OM.
Esse som primordial teve em si o poder de dar forma ao caos, permitindo a
criação do mundo em suas diferentes dimensões e seres. Presente no Universo
ainda hoje, ele simboliza o Ser Supremo e entoá-lo conduz a um estado de
introversão e harmonia; libera energias letárgicas e pode levar ao contato com
a Consciência Transcendental, DEUS.
A capacidade do Som de nos conectar com a essência divina é objeto de
vários estudos esotéricos. É descrita, por exemplo, uma relação entre a nota
tripla AUM e as diferentes dimensões do nosso corpo, e da nota espiritual OM
com nossas aspirações mais elevadas. Segundo Anglada (Na obra:Magia
Planetária Organizada), o OM é a expressão vibratória da Alma em seu
próprio plano, enquanto AUM é a vibração da alma em encarnação (a
personalidade) – sendo “A” expressão da mente, “U” do corpo de desejos (ou
corpo astral) e “M” do corpo físico.
Em busca dessa conexão e do estado de lucidez decorrente, o OM e outros
milhares de mantras sagrados são repetidos diariamente em várias linhagens
religiosas nas diferentes partes do mundo. De forma similar, são empregados os
vocábulos AMÉM e AMIN, que significam “Assim seja!”, como um pedido de
intervenção divina na criação de algo benéfico. Também orações como a Ave-Maria
e o Pai-Nosso são proferidas em busca desta confirmação e estado d’alma.
Mas, à semelhança do som repetitivo do Universo, tudo à nossa volta tem
caráter mântrico, repetitivo, a começar pela batida do coração. Do nascimento à
morte, imitamos o Universo e organizamos o caos interior, construindo
realidades a partir de “mantras”. São decretos transmitidos pela família e pela
sociedade de forma consciente ou inconsciente, e que indicam ou mesmo formatam
silenciosamente a forma “adequada” de sentir, proceder e viver.
Estas frases dominantes ou palavras de ordem expressam ideias ou
valores, mobilizam forças psíquicas e criam crenças e padrões de conduta. A
cada segundo, constroem a identidade e o campo mental / energético / espiritual
das pessoas, de comunidades e de nações. Seu poder de condicionamento independe
da forma de transmissão, seja oral, escrita ou telepática, assim como do teor,
positivo ou negativo. Esses verdadeiros “mantras” concretizam uma verdade
universal trazida à luz por Cristo e expressa no evangelho de Mateus como: “Pedi,
e vos será concedido” (Mateus 7:7).
“Deus não joga dados” – Afirmação de A. Einstein – Físico
“Não deve ser tarefa nossa prescrever
a Deus como Ele deve reger o mundo”
Resposta de N. Bohr – Físico (Do
livro “A Parte e o Todo” de Heisenberg)
Dentre os movimentos ateístas,
mais chamam atenção aqueles em que o homem é chamado ao auto-aperfeiçoamento,
como ápice da cadeia evolutiva, sem a necessidade de abertura ou reverência a estados
superiores ao humano, enquanto divindades. Grosso modo, caminhos reencarnacionistas
em direção à “iluminação” e à cessação do ciclo de nascimento e morte. É
possível concebermos, em teoria, movimentos ascensionais e movimentos descensionais,
o que clareia, apesar de alguma relatividade, os estados de elevação do humano (despertar)
e de descida do divino (mergulhar).
É suicídio mental espiritual
ou aleijão e caolhice se afastar da tensão paradoxal da complementaridade. As
tensões do tipo Confúcio – Lao Tsé, Aristóteles – Platão, Aquino – Agostinho, Averróis
– Avicena, permeiam a história humana como ioiô.
Assim, se mostra curioso
o movimento dos cientistas que partem do pressuposto básico da inexistência de
Deus! Fundamental notar que esta negação se baseia numa certeza, uma forma de
fé radical, uma fé no nada, ou de que nada existe além do que os cinco sentidos
permitem. Se meu pressuposto é a negação, afirmo que sou o próprio Arquiteto.
Forma discreta e elegante do culto materialista. Ney Matogrosso oferece solução a essa tensão característica da insustentável leveza do ser em sua música "Balada do Louco"
“Eu juro que é melhor
não ser o normal. Se posso pensar que Deus sou eu.”
Mas haveria espaço para
todas essas posturas sem que uma estivesse correta e a outra equivocada?
Acredito que sim e que todos estejam igualmente certos em suas observações e
conclusões. Existe uma ideia corrente de que a própria consciência de cada ser
humano, de algum modo, determina sua realidade. O mundo e a realidade de cada
pessoa respondem a estas convicções pessoais, levando-as cada vez mais a
concretizá-las em sua forma de viver e escolher. Estou afirmando que a história
de cada pessoa responde ao modo como ela constitui seu universo e percepções –
negar possibilidades é bloquear certas vivências; permiti-las é estar aberto ao
novo. Desse modo, alguém cujas convicções se baseiam na materialidade e no
vazio pré e pós-existência corpórea, assim é para ele e assim será. Não apenas
como modelo abstrato e argumento para discussões, mas como fato real de como
sua história se desdobrará.
Realmente um olhar atento
descobrirá existirem fortes evidências de que construímos o mundo com base em
nossas ideias, sendo este o grande dilema do livre arbítrio da vontade. O livre
arbítrio da vontade é uma ferramenta mestra. Pensar o mundo como algo formatado
em que todos os seres e consciências simplesmente respondem às leis naturais é
limitar o conceito livre-arbítrio. Afinal, como concluímos que as próprias leis
não estejam em processo pessoal de evolução?
Sheldrake nos convida a reflexões
dessa natureza de forma elegante na obra “Ciência sem Dogmas”, entre outras.
Quando sua vida estiver equilibrada, procure pensar a esse respeito. Caso sua
vida esteja constantemente desequilibrada, procure pensar a esse respeito
também...
“Como quereis que os homens vos
façam, do mesmo modo fazei a eles.”
REFLEXÕES
NADA CIENTÍFICAS SOBRE HÁBITOS ALIMENTARES
Por: André Oliveira Guimarães Leite – Advogado da saúde - Email:
aogleite@gmail.com
Sentes cansaço? Tens bom apetite? Tens sono profundo? Tens
boa memória? Tens bom humor? Tens rapidez de raciocínio e de execução? Estas
seriam as seis condições enumeradas por Georges Ohsawa indicativas de boa saúde
e felicidade. Trata-se do autor de "Macrobiótica zen - arte do rejuvenescimento
e longevidade".
Esses questionamentos nos fazem refletir a respeito do que
é a felicidade e a saúde, e o que é preciso para alcançá-las. Com certeza, a
alimentação é um dos pilares para uma vida saudável, e, por consequência,
feliz.
Existem divergências, no entanto sobre o que é uma boa
alimentação. Além da qualidade do alimento, questões referentes à quantidade, à
forma de se alimentar e outros hábitos alimentares podem ser determinantes para
alcançar, preservar e promover a almejada saúde.
Cientistas realizaram um estudo com cobaias, separando-as
em dois grupos: um dos grupos era alimentado constantemente, com intervalos
nunca superiores a 10 horas, enquanto que o outro era submetido, diariamente, a
um intervalo de 13 horas entre alguma das refeições diárias. O resultado foi
surpreendente: a longevidade do segundo grupo foi consideravelmente maior que a
do primeiro.
Isso nos faz pensar a respeito das recentes orientações
nutricionais que recomendam a ingestão de alimentos a cada três horas... Para
muitos, trata-se de lobby criado por grandes empresas do ramo alimentício...
Há relatos de pessoas para quem a alimentação não seja
algo imprescindível. Isso mesmo, pessoas que poderiam "viver de luz"
ou se alimentar de prana.
Menos radical, todavia, conhecemos ou já ouvimos falar
sobre os benefícios que podem advir da prática de algum tipo de jejum. A
cultura oriental sempre nos ensinou que não devemos nos alimentar em excesso.
"Comer até estar 80% satisfeito" é uma das máximas desta cultura
milenar.
Segundo Mahatma Gandhi, "devemos mastigar as nossas
bebidas e beber os nossos alimentos".
Todas essas informações fazem-nos refletir se não há algum
grau de toxidade intrínseca em todo e qualquer alimento. Não só porque estão
impregnados de todo tipo de substância tóxica empregada na sua produção, mas
também em razão da própria constituição do alimento e os diversos quadros
de intolerância de cada organismo humano. Se pensarmos no atual estágio da
sociedade, na qual é comum que princípios éticos sucumbam frente às
exigências do capitalismo, mais razão se teria para perder o apetite.
Quem já não abusou daquela feijoada de sábado e depois
ficou horas em estado quase vegetativo? O nosso corpo reclama sempre que nos
alimentamos um pouco além da conta. Em sentido oposto, experimente fazer um
jejum de mingau de arroz durante um dia e verá que leveza sentirá em todo o seu
ser!
Em tempos de massificação da sociedade, o grande pecado
parece ser a padronização da alimentação. A industrialização alimentar e a vida
moderna retiraram do homem o "livre arbítrio" do que levar a boca...
Perdemos a capacidade de ouvir o nosso estômago, consumindo porcarias prontas,
sem qualquer relação com o que o nosso organismo anseia.
Hoje não temos mais tempo de sentir fome, aquele
sentimento saudável (claro, desde que voluntário). Fomos acostumados a nos pré-alimentar.
"Coma menino, senão você passará fome"... A lógica parece estar
invertida.
Alimentar-se bem, por vezes, pode significar não ingerir
qualquer alimento, permitindo que o nosso corpo se recupere e aproveite o
ventre livre para se alimentar de outro tipo de energia.
É importante manter viva a pergunta: você come para viver,
ou vive para comer?
Atualmente, muitas
sociedades humanas vivem e se organizam em torno de um calendário que é
constituído por dias, semanas, meses e anos. Diversas pessoas, desde a tenra
infância, aprendem que o tempo está passando e que “há horário pra tudo”:
comer, dormir, brincar, trabalhar, ir para a escola… enfim, é como se a vida na
sociedade contemporânea exigisse um pensar constante sobre o tempo e a
necessidade de utilizar um calendário.
Poderíamos
nos perguntar: “Como tudo isso começou?”, “Por que a semana tem sete dias?”,
“Por que as escolas devem cumprir no mínimo 200 dias letivos de aula?”, “Por
que tantas pessoas trabalham 40 horas (ou mais) por semana?”, “O que é tempo?”
ou pior: “O que tudo isso tem a ver comigo?” rsrsrs.
Como pode ter ficado
claro, pensar sobre tempo e calendário nos permite questionar várias coisas,
porém muitas respostas podem parecer incompletas ou difíceis de achar num primeiro momento. No contexto da “astronomia
moderna” (ocidental), a primeira reflexão sobre o tempo que poderíamos fazer
seria relacioná-lo com o movimento aparente dos astros celestes.
O
dia e a noite estão relacionados com o movimento aparente do Sol, as chamadas fases da Lua se relacionam com as ideias
de semana e mês e o movimento de translação da Terra, assim como as 4 estações,
estão relacionados com o passar de um ano.
No
livro Fundamentos de Astronomia, o
autor Romildo Póvoa Faria atribui aos mesopotâmios a criação do conceito de
semana em meados do 3° milênio a.C.. Segundo ele, os planetas eram entendidos
como verdadeiros deuses que exerciam influência direta nos seres humanos e nos
acontecimentos da Terra.
Nesse
sentido, dedicaram um dia à adoração de cada deus que conheciam, começando pelo
Sol (domingo), que era o “mais importante”. Os outros dias foram dedicados,
respectivamente, à Lua (segunda-feira), Marte (terça-feira), Mercúrio
(quarta-feira), Júpiter (quinta-feira), Vênus (sexta-feira) e Saturno (sábado).
Outro ponto curioso a
esse respeito é o fato de muitas culturas terem preservado essa concepção por
meio da linguagem, como podemos observar no inglês e espanhol, conforme
indicado na tabela abaixo.
Tabela 1 - Influência da cultura mesopotâmica nas
línguas inglesa e espanhola
Dia da Semana
Inglês
Espanhol
Significado
Domingo
Sunday
Dia do Sol
Segunda-feira
Monday
Dia da Lua
Terça-feira
Martes
Dia de Marte
Quarta-feira
Miercoles
Dia de Mercúrio
Quinta-feira
Jueves
Dia de Júpiter
Sexta-feira
Viernes
Dia de Vênus
Sábado
Saturday
Dia de Saturno
Tão interessante quanto isso, talvez seja o fato de não precisarmos necessariamente consultar um relógio e calendário para saber a época/estação do ano e a hora do dia ou da noite. Observando, por exemplo, o céu de São Paulo por algumas horas numa noite limpa (sem nuvens) podemos perceber que há uma tendência dos astros visíveis (estrelas, planetas e Lua) se movimentarem de leste para oeste, assim como o Sol faz durante o dia; o que nos permite associar esse movimento aparente com o passar das horas.
Nessa perspectiva,
durante o dia é possível saber a hora e época do ano observando simplesmente a
sombra de um gnômon, conforme ilustrado nas imagens a seguir, que mostram o
Relógio Solar da USP, localizado na Praça do Relógio - Cidade Universitária/SP.
Esse relógio em especial também é interessante pelo fato de mostrar as Constelações que são visíveis no céu noturno durante as épocas do ano. Vale a pena conhecê-lo e, principalmente, tentar torná-lo conhecido e compreendido por todos estudantes que se interessam em conceitos de astronomia e principalmente pela vida e seus movimentos.