A Medicina da Saúde é baseada na preservação e na promoção. É sempre superior à Medicina da Doença focada na cura e na prevenção. Somos seres humanos e não "teres humanos”. A doença começa quando se deixa o SER pelo TER; saúde e vitalidade aumentam na direção do SER. A busca pelo SER leva à ampliação da consciência, guia do homem saudável e espelho para o doente. Refletindo o exemplo a ser imitado mostra como sair da horizontalidade do adormecimento e entrar na verticalidade do despertar.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
domingo, 4 de setembro de 2016
SUGESTÃO DE EVENTO 25/09/16 - ENCONTRO DA SAÚDE
17º Encontro da Saúde
|
Local: Centro de Educação Vitalícia de Itapeti (Mogi das
Cruzes, SP). Mapa abaixo.
Data: Domingo, 25 de Setembro de 2016.
Programação:
09:30 - 10:00 Inscrição
10:00 - 10:05 Hino Nacional
10:05 - 10:15 Primeiro momento: Nobolo
Mori
10:15 - 10:45 Estar em Mim, único Caminho: Plínio Cutait
10:45 - 11:15 Jorge Akira
Gunji: Administrando a Saúde
11:15 – 11:30 Intervalo
11:30 - 12:00 Eutress
e Distress: Sidnei Shoji Mori
12:00 - 12:30 Liberdade: Cleonice Marim
12:30 - 13:30 Almoço: “motiyori” contribua com um
prato vegetariano.
13:30 - 14:10 O som
da saúde: Ludmila C S Poyares
14:10 - 14:40 Quando o terapeuta que cuida
não se cuida: Osvaldo Hakio Takeda
14:40 - 14:55 Intervalo
14:55 - 15:25 Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero: Ricardo Leme
15:25 - 16:05 O
mecanismo da Vida: Jorge Maeda
16:05 -
16:10 Agradecimentos: Koshiro Nishikuni
Perfil dos palestrantes
Plínio Cutait
Mestre em Reiki
Coordenador do
grupo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio Libanês.
Jorge Akira Gunji
Tesoureiro do
Instituto de Moralogia do Brasil
Administrador e
Gerente Comercial Eletro Salvador.
Sidnei Shoji Mori
Presidente do Instituto de Moralogia do Brasil
Médico Ortopedista e Administrador na área da Saúde.
Cleonice Marin
Instrutora de
Biyun - Mestra Fan Xiulan
Praticante de
Lian Gong - Qigong - Chi Kung.
Ludmila C S Poyares
Musicoterapeuta,
especialista em Psicopatologia e Saúde Pública. Pesquisadora e Coordenadora do
setor de Musicoterapia no Centro de Reabilitação do Instituto de Psiquiatria
HC-FMUSP.
Osvaldo Hakio Takeda
Prof. Ed. Física, Mestre-EEUSP. Coordenador
do Núcleo de Cuidados Complementares e Integrativo do Centro de Reabilitação do
Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP.
Ricardo Leme
Neurocirurgião e
Doutor em Ciências pela USP. Graduando em Física pela USP
Autor do livro e
do blog: “Saúde é Consciência”.
Jorge Maeda
Coordenador de
Seccional Mooca do Instituto de Moralogia do Brasil.
Informações: Sr Asano 3834-4879, contato: sasano2011@gmail.com; nishikuni.k@gmail.com
Promoção: Instituto de Moralogia do Brasil. Av. Pres. Antônio Cândido, 122 – São Paulo - SP
Contribuição: Individual:
R$ 20,00
Centro de Educação
Vitalícia de Itapeti
Rodovia Arujá-Mogi das Cruzes, km 45.
Acesso pela Estrada da
Moralogia, (~7 km)
Tel: 3834-4879 ou 99974-7070
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
CRIATIVIDADE VI
POR: MÁRIO INGLESI
Continuação
de:
Dr. Ricardo
Criar nos eleva ao reino
dos Deuses e seu infinito, nos dando a tão desejada imortalidade.
Portanto, envidemos todas
as nossas forças, no esforço comum de abrir nossa loja de curiosidades, no afã
de marcar a magnificência de nossas vidas, eternizando com muitos e muitos traços
de humanidade nossa passagem por esse planeta Terra, através da arte, cuja
beleza cultiva e faz brilhar nossas mentes, no enfrentamento da realidade parca
e mesquinha em que vivemos.
Eia, pois, a postos e
avante: - se quiserem, lógico! - alçar essa benfazeja bandeira cujo lema que se
cumpre concretizar ilimitadamente, é o da criação, em todas as suas vertentes e
direções, para tornar – quem sabe, o mundo melhor e cada vez mais habitável,
cercado de beleza infinda, mesmo quando trata de feiuras diversas, mas de
espantosa grandiosidade para todos nós humanos, uma vez que se trata de nós
para nós, em toda a sua plenitude, e sob os mais diversos ângulos, artísticos,
antigos, contemporâneos, e ainda a advirem com o passar e espraiar do tempo, sobre
nós e as gerações futuras.
Para tanto, é preciso
lembrar que nós, indivíduos, somos irrepetíveis, a menos que num futuro – quem
sabe -, sejamos clonados, o que, no momento à mesa, não se toca nesse assunto,
tal o desconforto proibitivo.
Assim, nada melhor e mais
indicado para firmarmos a nossa presença e, quiçá, a nossa eternidade terrena,
do que deixar uma marca insólita e definitiva de nossa presença neste planeta,
através de uma criação que nos faça merecedor, tal como, exemplar, a marca da Dra.
Nise da Silveira, que rompeu os métodos com os quais os esquizofrênicos eram
expostos e tratados, através, - imaginem! do emprego adjutório de alguns
cavaletes e tubos de tinta e pincéis.
Afinal, talvez como ela,
sua vontade e perspicácia, tivesse tido, em última instância sob alerta
contumaz a primeira estrofe do poema “A morte a cavalo”, De Drummond:
“A cavalo de galope
a cavalo de galope
a cavalo de galope
lá vem a morte chegando”
Ela, como tantos e tantos
outros, não se abalou com tal provocação, seus intentos eram inabaláveis e
profundos, não se deixou se imiscuir por medos, frustrações e, com isso,
enclausurar-se em si mesma. Pelo contrário, procurou, sem dúvida, aplacar o
galopar desenfreado da praga da morte, para num ato de amor, confiança e
desprendimento, impregnar-se de trabalho árduo, fruto de perseverança e muito
estudo, para alçar seus voos de proficiência, sem dar azo a qualquer pretensão
de obter valorização, ganhar dinheiro ou alçar-se ao panteão da glória com o
atendimento das regras mercadológicas.
O que pretendeu –
sirva-se de exemplo – foi apenas dar vazão aos seus sonhos, empreender voos,
até então, inatingíveis, e com tudo isso, aliada à perseverança e objetivos
certeiros, procriar abertura de novas frentes para o alçar humano, de seus
males, os mais profundos, como todo bom e digno criador, sempre deve fazê-lo
através da criação, da beleza de novas formas e de novos alentos em favor de um
renascer humano sempre mais digno e consciente.
Esse impulso criador, no
homem, prende-se talvez à vontade de poder eternizar-se, aqui na terra,
driblando a morte, através da superação dos seus valores negativos, fincando
neste planeta, a marca registrada de sua humanidade, reinventando a si e a sua
existência, em toda a sua plenitude.
Caso isso não se fizer,
recorra a Pedro Nava, (05,06.1903- 13.05- 1984) e peça, em sua condição de
“Defunto”:
“Meus amigos, tenham pena - senão do morto – ao menos dos dois sapatos
do morto. Olhem bem para eles. E para os vossos também!”
“Dá pena, mas dá raiva
também!” Criar e tecer toda uma elegia amorosa, erótica mitológica como a
“Elegia: indo para o leito” de John Donne, (1572-1631), na versão do poeta
Augusto de Campos:
“Entrega-te ao torpor que
se derrama
De ti a mim, dizendo”:
hora da cama”
E poder clamar, como no
poema amantíssimo “Serei Árvore”, do poeta húngaro Sándor Petofi (1823-1849):
“Se, querida, tu és o
paraíso,
Em estrela hei de me
transformar,
Se querida, tu és o
inferno,
Para nos unirmos, eu me
danarei.”
Ah, caros e ilustres
criaturas/criadores, realmente criar – ah criar! - é alçar-nos as alturas, usar
de toda a liberdade de pensar e de se expressar, é, sonhar, elevar-se aos céus,
enfim, é , tudo isso, de per si ou não, sem tirar os pés da Terra e nela
eternizar-se, com suas obras, cujo deslumbre e usufruto, por nós outros -
pobres mortais, - nos faz viver, sobreviver de maneira sobremodo condigna e
prazerosa, inclusive no enfrentamento dos azares desse mundo insano.
Essa situação decorre da
invocação de adjetivos que derivam do maravilhoso ainda que haja muitas vezes,
um certo estranhamento, em razão do inusitado das obras, cuja contemplação
atinge graus de maravilhoso encantamento, sob o olhar de penetrante argúcia e
reflexão, na construção do verdadeiro e único “Éden Terrestre, onde a inteligência
se alia a fatores dos mais diversos na construção da ciência e da arte, ou na
sua conjunção de ambas, no ato criador e sua realização, em prol do ser humano
e seu status Terreno.
No que se refere
especificamente ao Brasil, o ato criador, desmistifica e, possivelmente,
exorciza a visão de exotismo, de pré-conceitos que envolvem o nosso fazer,
perfilando, isto sim, um desafio que nos acompanha como povo das Américas, num
caldeirão alquímico de influências, mas com a conotação sempre presente da identidade
e individualidade do autor da sua língua e do seu lugar de origem. Isto, porque
tal ato está subjugado nas entranhas do século, em suas mazelas e na sua face horrendamente
doentia da sua realidade, ainda que sinais de entretenimento, beleza e de
pertencer ao mundo – vasto mundo - possam aflorar para melhor definir todo
arcabouço labiríntico do ato criativo e sua apresentação ou representação.
No intuito de se lhes
oferecer exemplificação, basta vagar no ato criador de Machado de Assis
(21.6.1839-29.9.1908)- sobre o “amor” que transcende a própria morte:
“Querida! Aos pés do
leito derradeiro,
em que descansas dessa
longa vida,
aqui venho e virei, pobre
querida,
trazer-te o coração do
companheiro
Machado de Assis, em seu
poema “Carolina,”
Bem, assim, a criação
crepuscular, de profunda reflexão, alicerçada por Guimarães Rosa
(27.06.1908-19.11.1967) sobre a vida e seu correr:
“O correr da vida
embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa sossega
e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem…”
E, para findar esse
vagar, de divagações sobre o mesmo tema, as palavras doces e ternas do poeta
Vinícius de Moraes (1913-1989) in “Do Amor à Pátria”:
“São doces os caminhos
que levam de volta à pátria. Não à pátria amada de verdes mares bravios, a
mirar em berço esplêndido o esplendor do Cruzeiro do Sul; mas a outra mais íntima,
pacífica e habitual – em cuja terra se comeu em criança, onde se foi menino
ansioso por crescer, uma onde cresceu em sofrimentos e esperanças planando
canções, amores e filhos ao sabor das estações”.
Não sem antes, tomar a
liberdade de acrescentar, ainda, um fragmento do poema “Canto ao Homem do Povo
Charlie Chaplin”, de Carlos Drummond de Andrade, para ainda ilustrar o ato
criador e seu poder de reflexão e beleza:
“Dignidade da boca,
aberta em ira justa e amor profundo,
crispação do ser humano,
árvore irritada, contra a miséria e fúria
dos ditadores,
ó Carlito, meu e nosso
amigo, teus sapatos e teu bigode caminham
numa estrada de pó e
esperança”
De tudo que foi aqui
exposto, ficaram de fora, toda uma criação, cuja beleza e atrevimento, exposição
de sentimentos e adequação a um viver mais equânime de felicidade e bom senso,
pois, o ser humano em sua diversidade de criação, desde os tempos mais remotos,
não se fez de rogado em promover, desde, que em ereção seus pés se fincaram no
planeta terra, e suas mãos começaram a moldar objetos, a partir do cinzel como uma
árvore em florescência, toda a sua gama de sua infinita criatividade floresceu,
se expandiu e sofisticou-se, em escolas que, pelo mundo da arte houveram por
bem diagnosticar, em profusão com nomes os mais diversificados tendo por
finalidade, diagnosticar períodos, caraterísticas, formas, e conteúdos, sempre
com o fito maior de enfatizar suas raízes e métodos e, engrandecer com loas,
críticas, e ensaios, os autores e suas obras., fazendo-os explicar e entender a
si e aos outros em seus sentidos mais amplos e profundos de humanidade, extensiva
e reflexiva, não como uma imagem enganosa do espelho, e, muito menos como um
“Prometeu” moderno acorrentado, mas como imagem, verdadeira, talvez até cruel do
que somos ou nos apresentamos, na obscuridade de nosso íntimo, - consciente e
inconsciente -, quando nos travestimos, por exemplo, de “Medéia”, ao nos depararmos
com problemas mais profundos e árduos do nosso universo pessoal ou social.
Enfim, para se criar não
é preciso hora marcada, nem dia certo, mas, isto sim, vontade, e trabalho,
muito trabalho, aliado obviamente à perseverança e insistência no que realmente
quer produzir, sem objetivos outros que não sejam produzir, elevando-se com
isso à categoria pura e simples de autor, sem priorizar antecipadamente,
reconhecimento, notoriedade, ganhos de fortunas e comercialização imediata,
pois tal atitude lhe retirará, de imediato a aura de criador-artista, restando
à obra apenas o olhar fortuito de amigos e conhecidos, porém isento de qualquer
ato reflexivo, de estranhamento, de encantamento, ou de beleza, ainda que
imediatista, retirando, portanto, da obra, seu valor intrínseco de arte e do
autor o cognome de “artista”.
No tecer dessa imensa
rede que envolve a criação e seu criador, o homem alçou-se a alturas
inimagináveis de sonhos realizados e ainda, a realizar em futuros próximos ou
distantes, dando assim asas a sua imaginação com inteligência, conhecimento e
compreensão de si e do social, em prol de uma vida saudável, mais aprazível,
com vias mais fáceis de poder transitar em seu dia a dia, no trato diário de
seus afazeres e trabalhos, procrastinando os azares que seus males íntimos
venham à tona em detrimento de si e dos outros.
Em tudo aqui exposto,
está implícito, sem nenhum favor ou pena, gente que vive “nos atalhos
esquisitos e estreitos e escamosos do roçado do Bom Deus”: gente das “quebradas
do mundaréu” como dizia o dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999), pois – quer
queiramos ou não - eles se apresentam como o carro chefe , ou seja, o motor da
história.
Mário Inglesi
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
ALIMENTAÇÃO CONSCIENTE VIII
CONTINUAÇÃO DE:
A despeito do trabalho oferecido
pelos cuidadosos documentários abaixo relacionados, a alimentação saudável pede
um cuidado e uma amorosidade sustentados, por parte das autoridades,
especialmente no que diz respeito ao que aparenta ser bonitinho e engraçadinho.
A
criança é o patrimônio mais precioso de uma nação. Na verdade aprendi isso
quando morei nos Estados Unidos, um país que cuida de suas crianças como sua
maior riqueza. Por exemplo, quando um ônibus escolar parava para pegar uma
criança, toda e qualquer circulação de veículos na redondeza do transporte
escolar precisava parar no sentido de garantir a integridade dos estudantes, um
pequeno detalhe entre outros tantos. A criança que cresce assim, percebe,
sente-se cuidada e valorizada. A criança valorizada sabe dar valor.
Criança gosta de brincar
e repetir tudo o que escuta; um idioma pode ser muito mais facilmente aprendido
por uma criança que por alguém de mais idade. Por isso é especialmente
importante cuidarmos da qualidade do que se oferece como material de repetição.
De fato isso é fundamentalmente importante no que diz respeito à educação alimentar.
Acredito nesse momento histórico
em que se discute a obesidade infantil, valer a pena visitar e pensar sobre materiais
musicais similares ao que se mostra abaixo. Sempre no sentido de refletir sobre
a qualidade alimentar de nossas crianças ou baixinhos para quem acha que ser
grande é questão de tamanho.
Eu quero é mais - Música (Youtube)
Eu queria ter um dia
Pra comer só porcaria
Três quilos de sorvete
Dentro de uma melancia
Mergulhar numa piscina
Cheia de coca-cola
Uma caixa de bombom
No meu recreio da escola
Eu quero é mais, eu quero é mais,
Eu quero é mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem tanto faz, eu quero é mais
Quero chegar na lanchonete
Comer quinze Sanduiches
Um pão de cada lado
E dentro tudo que existe
Eu quero 5 Salsichas
Dentro de um cachorro-quente
Com creme e chantilly, só pra ficar diferente
Eu quero é mais, eu quero é mais
Eu quero mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem, tanto faz, eu quero é mais
Uma pizza gigante, enorme colossal
Grandona bem servida de tamanho anormal
Um saco de batatas, crocantes e super fritas
E só de falar nisso a barriga se agita
Eu quero é mais, eu quero é mais
Eu quero mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem, tanto faz.
Pra comer só porcaria
Três quilos de sorvete
Dentro de uma melancia
Mergulhar numa piscina
Cheia de coca-cola
Uma caixa de bombom
No meu recreio da escola
Eu quero é mais, eu quero é mais,
Eu quero é mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem tanto faz, eu quero é mais
Quero chegar na lanchonete
Comer quinze Sanduiches
Um pão de cada lado
E dentro tudo que existe
Eu quero 5 Salsichas
Dentro de um cachorro-quente
Com creme e chantilly, só pra ficar diferente
Eu quero é mais, eu quero é mais
Eu quero mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem, tanto faz, eu quero é mais
Uma pizza gigante, enorme colossal
Grandona bem servida de tamanho anormal
Um saco de batatas, crocantes e super fritas
E só de falar nisso a barriga se agita
Eu quero é mais, eu quero é mais
Eu quero mais, mais, mais, mais, mais
Se eu ficar gordo muito gordo, tudo certo
Tudo bem, tanto faz.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
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